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Switched at Birth 3x18 - It Isn't What You Think

The next challenge!

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Rookie Blue 5x09 - Moving Day


Um episódio leve, divertido e repleto de português.

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Recapitulando a inesquecível 5ª temporada de The Good Wife


The Good Wife sempre foi uma série de história subentendida. Usando uma metáfora teatral, ela seria considerada uma produção de subtexto, de entrelinhas. A história de Alicia é marcada por silêncios, lapsos e o não dito. Porém, a quinta temporada, tão diferente dos primórdios, escancarou e clareou muitas incógnitas. E é por isso que foi tão marcante e festejada.

Os episódios das temporadas iniciais não seguiam uma linearidade. Explico por meio de um exemplo: se Alicia e Will se insinuavam e nos deixavam um gancho e uma expectativa, tal possibilidade passava vários episódios sem ser abordada, ou até mesmo era deixada de lado. A título de exemplo, o primeiro beijo dos dois ocorreu no episódio de número 17 da temporada inicial. O próximo só veio na season finale da segunda

No entanto, a quinta temporada foi toda costurada para não deixar furos ou buracos, até porque o fim de um ciclo (especialmente pra mim, TeamWill forever) já estava arquitetado. Tudo começou com a grata surpresa de ser Cary a estar diante de Alicia após um telefonema misterioso. Ali, no fim da quarta temporada, o caminho estava claro para nossa protagonista: Will balançava suas estruturas, ele a fazia perder o prumo, era o amor da vida dela, mesmo que isso fosse mais potencialidade do que concretude.

Assim, durante os cinco primeiros episódios, acompanhamos Alicia na corda bamba: sócia da Lockhart and Gardner (L&G), mas lutando para abrir a própria firma; sendo cogitada por Will pra tomar o lugar de Diane, no mesmo tempo em que o traía com sua decidida saída. Até que a astuta raposa velha Diane descobriu toda a artimanha e, em favor da longa e verdadeira amizade de ambos, ela conta a Will que Alicia está abandonando a L&G.

Essa é a primeira cena memorável da quinta temporada: Will recebe o golpe da traição profissional (e pessoal) e repassa mentalmente tudo o que tem sentido por Alicia para depois repor essa gama de sentimentos por ódio, raiva e rancor. A limpa na mesa foi pouco. Alicia merecia um tapa por ser tão covarde.

Nesse rompante, The Good Wife escancarou, com força maior, a realidade da volta ao trabalho de nossa boa esposa no começo da série: ninguém a queria como advogada, estava defasada e recém-saída de um escândalo. No entanto, Will foi o único que lhe deu uma chance (por amor, eu acredito. É uma interpretação minha), até que ela se mostrou venenosa e ardilosa. Só que ele não sacou que, na verdade, foi uma jogada guiada por sentimentos amorosos. O amor é cego mesmo.



Se Alicia passou alguns momentos na incerteza, ela não foi a única. Diane também viveu no escuro, sem saber que rumo tomar. Até a amizade com Will se viu ameaçada, tudo pela possível indicação à Suprema Corte e saída da L&G. Juntem-se, a isso, as dúvidas em relação ao casamento, que acabou sendo o único item positivo na vida dela. Governador Peter, como sempre misturando pessoal e profissional, ceifou a indicação de Diane pela forma como Alicia foi escorraçada da firma.

Foi ruim, claro, porém, nos rendeu uma atuação muito forte e digna de Christine Baranski, urrando de dor sozinha. Me lembra muito a reação bestial de Frances Conroy, no piloto de Six Feet Under, ao receber a ligação da morte de seu marido. Talvez esse tipo de criação cênica seja fruto de muita longa experiência em desenvolvimento de personagens.


Com a saída de Alicia, a série se focou no embate entre as duas firmas: L&G e Florick and Agos (F&A). Ambas querendo crescer e se consolidar. Foi intenso, foi bem construído, foi totalmente necessário. Por meio desses contatos e disputas, percebemos o quanto os personagens estavam feridos e precisavam ferir um ao outro para tentar finalizar os ferimentos próprios. Percebemos o quanto Will e Alicia se conheciam e se entendiam.

E duas maneiras como os roteiristas nos mostraram como o casal se influenciava (e se amava) foram espetaculares:

1 – Por meio de uma troca de roupas de Alicia (ah, se esse famoso conjunto branco da Alicia falasse...):


2 – Por meio da cabeça de Will, que ao esquematizar os rumos do depoimento de Alicia, teve um revelador flashback:


E quando os espectadores se perguntavam até quando os dois iriam continuar com a implicância e a briga (até decidirem arranjar outro encontro no hotel como o da segunda temporada) e se isso não iria desgastar os rumos da série, os escritores nos mostraram que estavam afiados na escrita criativa, mesmo que, para isso, tivessem que ser cruéis conosco.


Sei que era para ser um recapitular objetivo, mas a experiência foi pessoal. Apesar de ter aprendido com Game of Thrones a desapegar de personagens, me vi em choque e em luto com a morte de Will. Me senti traído, carente e desorientado, assim como Alicia, que teve de tirar uns dias e se refugiar nos lençóis que estariam eternamente vazios sem ele.

No entanto, o mais bonito de ver foi mais um embate entre a boa esposa e o cafajeste marido. Pra mim, o primor na atuação de Julianna Margulies é ver como ela consegue fazer outros atores de escada. Ela os usa em cena em benefício próprio. Lembro que me arrepiei, na primeira temporada, com uma briga entre os dois, quando ela joga o conteúdo da bolsa em cima da cama para Peter vasculhar, pra no fim, sair a trabalho e levar camisinhas junto de si. Essa discussão do casal na quinta temporada foi tão bom quanto:



Após tudo isso, The Good Wife caiu no bom e velho feijão com arroz que habilmente sabe fazer. Foi justificável, já que o protagonista masculino havia sido eliminado. Precisávamos de tempo pra nos ajustar a essa nova realidade, porque, enfim, entendemos que a série não se tratava de Alicia e Will, dos casos jurídicos e políticos atuais abordados de maneira fictícia, mas sim, da reeducação pessoal de Alicia Florick. Agora, vamos ver se a sexta temporada, nessa jornada própria, consegue nos surpreender tanto quanto. Acho difícil, mas não impossível.

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Comic-Con 2014



Tá tendo MUITA Comic-Con! Confira as melhores notícias - so far - do evento mais esperado do ano pelos seriadores de plantão.

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Switched at Birth 3x17 - Girl With Death Mask (She Plays Alone)

"Girl with Death Mask (She Plays Alone)" - Frida Kahlo, 1938.

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Rookie Blue 5x08 - Exit Strategy



More than a feelings.


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[Especial] 5 momentos marcantes da 7ª temporada de The Big Bang Theory



A comédia número 1 do momento e de maior audiência da TV americana teve um excelente 7º ano. Por isso, decidimos eleger os 5 momentos marcantes desta ótima temporada, que acabou de ser indicada ao Emmy Awards como melhor série de comédia. 

Para alguns, a série perdeu a sua essência e, até mesmo, a sua graça. Mas sabemos que apesar das mudanças, Sheldon e cia vem fazendo bonito na CBS. Sheldon continua roubando as cenas, mas nessa última temporada ele dividiu os méritos com seus companheiros. Momentos marcantes e inesquecíveis aconteceram nessa temporada e como qualquer Geek de plantão, decidimos colocar os mais importantes que, provavelmente, mudará ainda mais os rumos dos personagens na próxima temporada. Preparados para relembrar esses momentos? 

O Beijo Shamy




Pode até ser que o beijo entre Sheldon e Amy não tenha sido o primeiro deles, mas foi o que mais marcou a relação dos dois. Bem no dia dos namorados, Sheldon aceita viajar de trem com a namorada e Howard e Bernadette. Lá Sheldon age como Sheldon, mas no final os são surpreendidos com o andar da relação. E não é que nosso nerd mais neurótico arranca um beijo da namorada?  E para nossa alegria, Dr. Sheldon Cooper gostou de beijar a namorada. Mas se vocês pensam que as surpresas terminaram, estão enganados: o beijo agora faz parte do relacionamento dos dois, entrando até no Contrato de Namoro. Um momento marcante e, sem dúvidas, um avanço na relação Shamy.


Penny pedir demissão do Cheesecake Factory




Depois de 7 anos, a carreira de atriz de Penny parece, finalmente, estar andando. Talvez com passos de tartaruga, mas, mesmo assim, é uma grande evolução da personagem. Ela pediu demissão do Cheesecake Factory e ganhou o papel principal na continuação do filme da garota gorila. Uma grande avanço da personagem mais carismática da série que até agora não revelou seu sobrenome. Se continuar assim, logo logo Penny é indicada a um Prêmio por sua atuação. Troféu Framboesa, quem sabe?



A música em homenagem a Bernadette




A cena mais fofa do casal Bernadette e Howard veio no início da temporada. Infelizmente, foi a única cena bonita e interessante dos dois. Os personagens ficaram bastantes perdidos nessa temporada, tendo apenas alguns momentos bons. A música que Howard fez para a amada esposa é linda, engraçada e a melhor cena dos dois nessa temporada. Eu jurava que íamos ganhar um baby Woolowitz no final da temporada, mas isso foi adiando até sabe-se lá quando. Bom, pelo menos sabemos que se ele não tivesse conhecido a Bernadette, ainda estaria morando com a sua mãe. 




Noivado de Leonard e Penny 


Não, não é nenhuma pegadinha de 1º de abril e não tivemos nenhum Bazinga proclamada por Sheldon depois do pedido. Depois de muita enrolação, pedidos de casamentos e rejeição de Penny, a loira decidiu pedir o namorado em casamento de uma forma que só esse casal seria capaz de fazer. Bem no penúltimo episódio da temporada, e depois de ser demitida do filme de gorila, Penny e Leonard ficaram noivos. Uma surpresa só para nós, pois poderia muito bem ser uma brincadeira dos roteiristas com a gente. Eu jurava que só iria vê-los juntos, casados e tudo mais, na última temporada da série, mas pelo visto ainda iremos ter mais temporadas com os dois noivos ou casados. Será que Penny e Leonard vão subir ao altar na próxima temporada?



A morte do Professor Proton



Quem poderia imaginar que um seriado como esse poderia tratar sobre a morte de uma forma tão formidável? Sheldon acabou perdendo seu ídolo, Professor Proton, e teve que ligar com a morte dele. Cenas lindas marcaram a despedida do Professor mais amado que TBBT poderia trazer. Lidar com a morte não é algo fácil, mas os roteiristas souberam muito bem falar sobre o assunto ao deixar um Sheldon inseguro e com medo do que poderia vir depois que se despedisse para sempre do seu amado e ídolo Professor Proton. Uma bela homenagem a forma mais natural da vida: a morte.



Menção honrosa: Sheldon bêbado



Sheldon bêbado sempre traz ótimos momentos. E nessa excelente temporada, ele conseguiu se superar. Pode ter até perdido seu senso nerd de ser, mas sua essência continuou. Indo contra gosto ao jantar de Ação de Graças na casa de Howard, Sheldon abusou da cerveja para trazer momentos únicos e engraçados do personagem. Além disso, a bebida o deixou mais sociável. 



E quando você pensa que já viu de tudo, a mudança no que estudar depois que a sua teoria sobre cordas é colocada em escanteio, nos traz um Sheldon rebelde e bêbado. Levando os fãs a gargalhar com sua noitada com a geologia e seus trotes para o ilustre Stephen Hawking. Sheldon bêbado nunca perde a graça.





Espero que tenham gostado do especial. Claro que tivemos outros momentos marcantes da temporada, mas esses entraram na lista do especial. Não deixem de comentarem qual foi o momento mais marcante para vocês na 7ª temporada e espero que a próxima traga cenas inesquecíveis. Até o próximo especial!